Do outro lado da janela

19 de setembro de 2016


Dia desses mesmo, em plena viagem de Campinas pra São Paulo, me peguei observando os carros circulando pelas rodovias Anhanguera e Dom Pedro freneticamente e, do nada, comecei a pensar sobre destino. Pois é, dizem que as melhores reflexões surgem na nossa mente de maneira inusitada (na verdade eu nem sei se dizem isso mesmo, acabei de inventar). De qualquer forma, aquele movimento todo me fez pensar. E eu pensei e escrevi.

Todos aqueles carros, indo e vindo, carregavam pessoas diferentes; cada uma com sua história de vida. Não sei quais são seus objetivos, mas de uma coisa tenho certeza: esses indivíduos pretendiam chegar em algum lugar. Alguns devem ter traçado sua rota, outros já sabiam de cabeça e, provavelmente, teve aqueles que foram na sorte mesmo, "pra ver no que vai dar". E foi então que concluí algo que simplifica tudo o que você pensa sobre destino. Sabe os carros? Eles são o destino. 

Ok, os carros não são o destino literalmente. Tente ser mais poético agora, ok? Carros são móveis, criados para se deslocarem até um lugar, aptos à direção. Mas isso não significa que eles saem por aí sozinhos. Eles dependem da habilidade de alguém. Dependem de uma pessoa capaz de manuseá-lo. O destino é a mesma coisa. Não é nenhuma força sobrenatural e tampouco uma razão pra você acreditar que o amor da sua vida está andando pelas ruas de Londres te procurando. Ele é instável, está em constante movimento, e tudo depende da maneira com a qual você o direciona. 

Você pode ser  do tipo que programa tudo, usa GPS (ou o Waze, que é mais moderninho) e chega onde quer sem atrasos. Mas seu foco sempre será rotineiro, específico. E o caminho, meu querido, pode ser ainda mais excitante que o "chegar". Ter uma meta é importante, nos prepara para as possibilidades, para o melhor e para o pior. Só que essa coisa de ser precavida tira toda a graça da pobre vida! A beleza está nos arredores, nos detalhes. E se o resultado final não for um romancezinho de quinta, OK. Pelo menos você viveu, observou, adquiriu mais uma história pra contar. 

O destino são carros, sim. Eles têm potencial, eles podem alcançar nossos objetivos, mas o principal é: eles têm vidros nos dois lados e na frente, que permitem a sua contemplação do mundo que te cerca. Pensando assim, me dá até vontade de pegar estrada.  


Playlist: Tá tudo florido (Spotify)


Aloha garotas and garotos! 

Tudo bom?!

Minha estação favorita do ano dará as caras nessa sexta feira (23) e tudo o que eu sinto é... calor. Pois é, minha gente! É hora de dar tchau pros casaquinhos, "brusinhas" de manga longa e cardigans, viu? ahahahah. Tô preparando bastante coisa legal pra compartilhar com vocês aqui no blog (aguardem!) e uma delas é essa playlist mara que criei no Spotify pra poder curtir essa temporada! 

Eu sou desses que gosta de combinar músicas com temperatura, sabe? Por exemplo; no frio eu gosto de ouvir canções melancólicas, daquelas bem gótica/dark que faz a gente chorar que nem condenado. Mas quando começa a esquentar (nessa época de primavera/verão), prefiro curtir algo mais agitado, animador! Ah, e musicas de amorzinho também, não pode faltar! 

Acho que vocês vão gostar bastante! São 15 faixas, e eu tentei mesclar bastante o estilo. Tem pop, indie, rock alternativo e brazuca! 


Desejo um bom começo de primavera pra você, e muitas dancinhas no quarto ouvindo essa playlist!

Beijos!   

Tá mais pra produto que pop

14 de setembro de 2016


Sabe quando a gente gosta tanto de uma coisa, que ela acaba se tornando parte de nós? A música Pop é isso pra mim. Está tão enraizada que nem consigo imaginar quando foi que eu tive o primeiro contato. Minha família inteira é do tipo "brazuca": eu basicamente fui parido numa roda se Samba, então não posso dizer que a influência veio deles. Tá, minha mãe é um pouco mais eclética. Ela ouvia muito Michael Jackson, mas ele também não foi o que gerou essa minha relação com o Pop (mesmo porque eu morria de medo do Michael). 

Mamãe diz que, quando passava algum carro na rua  tocando Spice Girls, Britney Spears ou Madonna, eu corria até a janela da sala pra ouvir melhor, e fazia umas dancinhas bizarras. 

"O engraçado é que eu nunca te ensinei nada! Parece que nasceu com você! Era só tocar uma musiquinha chiclete em inglês, que você enlouquecia..." - essas são as palavras dela. 

Lembro que minha primeira banda preferida foi a Rouge: um grupo de garotas brasileiras que se formou no começo dos anos 2000. Elas eram bem coloridas, animadas e suas músicas eram uma mistureba de português com latino (confesso que eu não entendia muita coisa daquele "aserehê"). Obviamente eu era o único garoto da pré escola que gostava disso. Ou melhor: o único que admitia isso. Sempre fui bem transparente, sabe? E o Pop também.... Deve ser por isso que nos damos bem. 

Depois surgiram outras febres, incluindo aquelas que vem de um mundo mágico chamado Disney Channel. Minha busca por artistas diferentes estava de acordo com a fase específica que eu vivia, e eu gostava da sensação de ser compreendido através de canções. 

Tá, agora que contei uma breve história sobre o quanto esse gênero tem sido importante pra mim, quero enaltecer o motivo dessa crônica ter sido escrita. Sei que vivemos um contexto histórico cada vez mais evoluído em relação ao passado, e entendo a necessidade de mudança em todos os setores da arte. Afinal, é preciso se adequar, não é mesmo? A música, por exemplo, mudou. Sobretudo, o Pop também. E isso é OK. Em tempos de Instagram, Facebook e Twitter, a proximidade do fã com seu ídolo é eficaz e instantânea, gerando algo que a humanidade ama: dinheiro. 

Tendo isso como base, as maiores gravadoras do mundo, junto às empresas de entretenimento e marketing, assessorias de imprensa e figuras públicas influenciadoras, criaram uma maneira de atingir massa. E quando se trata dessa tal "massa", falamos de muita gente e muito, muito dinheiro. Quando a coisa anda mais pro lado corporativo, empresas gigantescas se vinculam, investem, e querem fazer parte dessa "coisa", pra criar um "produto". 

Esse produto é carregado de efeitos, alterações e frases prontas. É uma fórmula, e ela dá certo, pois existe uma necessidade mutável de aquisição. As pessoas compram. Compram quando baixam, compram quando curtem nas redes sociais, compram quando ouvem nas baladas da cidade. É só mais uma compra, só mais uma relação de consumidor/ fornecedor. E isso me entristece um bocado. 

Temos exceções ilustres? Temos sim! E não estou falando de prodígios do Grammy, que conseguem criar obras de arte todo ano. Longe disso. Falo de pessoas que sabem, sim, se adequar ao novo, se reinventar, empreender, e manter sua singularidade. 

Não sou daqueles que adora ditar aquilo que é bom ou ruim, tenho pavor dessa gente, aliás. Só estou me posicionando como um comunicador social e grande apreciador de música, que entende bastante como dois mundos podem se colidir. Se você curte produtos, tá ok! Mas para aqueles que, assim como eu - e aquele garotinho de cinco anos que corria pra janela ver o Pop passar - buscam uma vida com trilha sonora limpa, clara e singela: ignore a droga do marketing

Já temos propaganda demais nos cercando, e ela não precisa estar em nossos fones de ouvido também. 



 

Vivendo, sorrindo, escrevendo

8 de setembro de 2016


Contar histórias é uma das coisas que eu mais amo fazer quando estou feliz. Me sinto motivado por uma energia que, por muito tempo, foi um grande enigma pra mim. Mas hoje eu entendo, pois me dei conta do quão simples é a felicidade: ela está naqueles momentos que a gente não espera. É espontânea, despretensiosa. E são esses mesmos momentos que rendem as melhores narrativas. 

Em uma quarta feira de feriado nacional - um 7 de setembro - fui almoçar com duas velhas amigas da época do colégio. Uma delas (a que fez o convite) está naquela fase de namoro seríssimo, juntando grana para um futuro casamento e se dedicando na faculdade. Não nos vemos com tanta frequência, mas ela continua basicamente a mesma, porém em uma versão loucamente apaixonada. A outra amiga é aquela que eu sou mais "chegado". Sempre mantemos contato, mesmo depois de eu ter me mudado de cidade. Eu nunca parei pra pensar nisso, mas acho que nossa amizade é uma daquelas raras, que não se baseia nem no que temos em comum, e nem em nossas diferenças. É algo mais do tipo: eu te amo, eu te entendo, eu sou solteira, não tenho certeza se quero namorar um dia, não me importo em ser solteira, sou esquisita, você é esquisito, temos um ao outro pra sempre. 

Enfim, eu acordei naquele dia com uma preguiça descomunal. Só a ideia de me descolocar, ver pessoas e dialogar com elas, me dava cansaço. Mas estava tudo combinado, e eu não sou do tipo que desmarca só por "preguicite" (mentira, eu sou sim... Em certas circunstâncias). Coloquei a primeira roupa que vi na armário, olhei pro espelho só pra me certificar de que não estava com cara de maracujá de gaveta, e mandei uma mensagem de texto pra Amiga Solteira avisando que passava pra pegá-la em vinte minutos. 

No carro, estávamos os dois com expressões que diziam: "Sério que a gente tá fazendo isso? Eu queria estar na cama, droga!". Coloquei uma música agitada na esperança de nos dar um up, mas foi em vão. Ela abaixou o volume e disse: 

"Olha pra mim. Meu cabelo tá uma merda, e parece que engordei quatrocentos e cinquenta quilos com essa roupa. Tô péssima!" 

"Ahhh, para com isso amiga! Você está ótima!" - eu disse, usando o meu tom positivo e motivador, que ela ignorou. 

"Vai tomar no seu cu! Não use essa vozinha de animador de torcida pra falar comigo! POR QUE A GENTE TEM QUE IR NESSE ALMOÇO???????" 

Eu aumentei o som, ignorando aquele acesso de surto que se iniciava às 11h30 de uma manhã de feriado. Ninguém merece, né? 

Chegando na casa da Amiga Semi-Casada, tentamos nos esforçar em parecermos animados para o dia, e acho que funcionou. Na verdade, depois de uns cinco minutos, já deixamos de fingir, porque realmente foi bom. Ali, reunidos no novo quarto dela, não senti nenhum incômodo ou desconforto. Senti que estava matando saudade, e não meu tempo. Ou melhor: todos sentimos. 

Fizemos basicamente os mesmos programas de sempre: comemos o dia todo, conversamos sobre a época do colégio (e os antigos babados), assistimos um filme... Só que aconteceu algo inesperado também. Algo que transformou nosso dia. 

Eu dei a ideia de fazermos algumas fotos pelas ruas do bairro. Como sou apaixonado por fotografia, notei que nas redondezas tinham muitos cenários ótimos, e seria perfeito! No começo elas hesitaram, porque "não estavam bonitas pra isso". Depois, a Amiga Semi-Casada aceitou, e a Amiga Solteira continuou negando, dizendo que tiraria as fotos, mas não sairia nelas. 

"Amiga, seguinte: você vai sair nas fotos, nem que eu tenha que te pegar pelos braços e martelar um prego em cada lado dos seus lábios pra formar um sorriso. Você vem por bem ou por mal?" - eu disse. 

"Não vou sair nas fotos! Nem adianta ameaçar, querido. A psicopata aqui sou eu, lembra?" - ela pegou a câmera e fez um sinal pra eu ir até a parede pra ela capturar.

Olhei bem em seus olhos, e mesmo tentando evitar, ela também olhou. E entendeu, sem que eu precisasse dizer mais alguma coisa. 

Revirando o olho, ela foi até nós pra sair na foto. Pedimos para um primo da Amiga semi-casada tirar a foto e, depois de ver o resultado, as duas ficaram extasiadas. Foram nossas melhores fotos juntos; todos estavam radiantes. Aquilo foi o suficiente pra botar um sorriso em nossos rostos. Passamos o resto da tarde fotografando uns aos outros, nos elogiando e nos amando. 

E no fim do dia, quando o sol foi embora marcando o fim do longo shooting que tivemos, reforcei essa ideia de que os momentos de felicidade acontecem quando a gente menos espera. Passar um tempo com pessoas especiais, dizendo o quanto são lindas e únicas foi o meu momento de felicidade mais recente. E ele me rendeu uma boa história pra contar; algo que não aconteceria se eu continuasse debaixo das cobertas, em sombras. E já que eu só consigo escrever sobre coisas boas, que a felicidade seja meu eterno ganha pão. 



10 feeds do Instagram que você deveria seguir

12 de agosto de 2016


Alohaa!! Tudo bem, gente?!

Sabia que eu sou viciadíssimo no Instagram? "Ahhh, sério Lucas?! Nunca notei, cara!"

Pois é, eu sou mesmo! E por um só motivo: ter a possibilidade de compartilhar a minha visão de mundo através da fotografia e ainda poder ter acesso à várias perspectivas e estilos diferentes. Olha que coisa mais linda isso, não é mesmo?

Para os atrasadinhos de plantão, essa rede social (assim como todas as outras) permite, também, que as pessoas trabalhem com isso e, consequentemente, ganhem dim dim! É algo bastante recente, mas os chamamos de Digital Influencers: os "influenciadores digitais".

Como eu disse, cada influenciador tem seu estilo, perspectiva, objetivo e público. Você pode encontrar perfis que trazem conteúdos diversos que vão desde moda e beleza, até comportamento, culinária, viagens e espiritualidade. Basta encontrar aquele com o qual você se identifica mais e segui-lo! Eu, particularmente, amo essa ferramenta, pois ela conecta as pessoas com seus interesses, além de estimulá-las a conhecer outras coisas também! Eu, por exemplo, não era muito chegado em culinária, mas depois que passei a acompanhar feeds que trazem um conceito mais dinâmico e divertido, passei a gostar (e muito!!!).

Pensando nisso, trouxe dez perfis que eu sigo e acompanho com muito carinho e respeito. Todos são nacionais, viu? Fui beeeeem seleto com essa galera! ahahahah. Espero que gostem!

1- Melina Souza (@melinwonderland) 

Quando eu penso em feed lindo/fofo/clean/cheio de posts inspiradores/e maravilhoso, o primeiro que me vem em mente é o da Mel do @melinwonderland, também criadora do Blog Serendipity. Eu acompanho ela desde 2012 e, desde então, sou apaixonado por seu trabalho que é extremamente cuidadoso, delicado e lindo! Sou tão fãzinho que já comentei e citei várias vezes aqui no blog, em outros posts sobre fotografia. A Mel tem um estilo bem neutro e ela transmite muito disso em seu perfil. A maioria de suas fotos são tiradas com luz natural, e ela prefere destacar objetos e peças usando um fundo mais claro. Seus conteúdos variam entre moda, literatura (ela é louca por livros!!!), beleza, estilo de vida, comportamento e D.I.Y (Faça Você Mesmo). Recomendo demais! Se você ainda não conhece, vai se apaixonar! :)

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2- Giovanna Ferrarezi (@giovannaferrarezi) 

Ela é topíssima, blogayra, raynha e good vibes. Estou falando da Giva Ferrarezi, essa it girl maravilhosa que eu tanto amo acompanhar! Além de arrasar nessas fotos incríveis, ela também escreve para seu blog pessoal chamado Radioactive Unicorns, e grava muitos temas legais em seu canal no YouTube (viagens, feminismo e amor próprio são um deles!). Muita gente, em uma primeira impressão (preconceituosa até), pode pensar que a Gi é "só mais uma blogueira viciada em compras e maquiagem", mas eu garanto que é o oposto. Ela prova que o fato de gostar de moda não te torna fútil, e que uma garota pode ser vaidosa, descolada, ter autoestima e ser muuuito inteligente ao mesmo tempo. Te convido a segui-la não só no Instagram, como em todas as outras redes sociais (vulgo Snapchat!!!). Vocês vão amar!

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3- Lincoln Briniak (@lincooln)

Pra quem adora moda masculina, eu sempre recomendo o feed do Lincoln Briniak como inspiração! O garoto parece ter saído de uma Fashion Week de Milão, sabe? ahahahah. Ele tem um estilo bem forte, com todo um aspecto europeu mesmo, e é lindo! Tanto em seu blog pessoal, quanto no Insta, ele compartilha looks do dia, dicas de beleza e lifestyle. Sou muuuito fã, e recomendo pros fashion lovers de plantão :) 

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4- Giovanna Saba (@gigiemparis)

Ooh la la! Você é apaixonado por Paris e, assim como eu, tem sonho de conhecer essa cidade maravilhosa? Então dê sua mão para a Gigi, e embarque pelas ruas arborizadas e pelos cafés belíssimos da Cidade Luz! Eu descobri o trabalho dela de repente, gente! Acho que foi até uma daquelas sugestões do próprio Instagram, sabe? Me apaixonei! A Gigi mora lá em Paris, então nos mostra que aquele lugar vai muito além da Torre Eiffel, ahahahah. Tem dicas de lugares para visitar por lá (cafés, restaurantes, parques) e no blog dela (que por sinal, é maravilhoso!) você pode encontrar guias, roteiros e muita coisa legal pra fazer por lá! Já nos falamos por meio de comentários, e uma coisa é certa: quando eu for pra lá, ela será minha guia turística oficial (e minha BF parisiense!!!). 

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5- Coisas Boas Acontecem (@coisasboasacontecem)

Essa aqui já é uma boa dica para os fanáticos por caligrafia e frases inspiradoras! O Coisas Boas Acontecem foi criado pelo designer e programador Phellipe, que além de administrar seu feed no Instagram, também tem um blog (que é um amor!!!). Manualmente ele desenvolve esses designs incríveis, com frases e ilustrações. Já trabalhou para empresas como a Melissa, além de ter lançado uma coleção de capinhas com a Go Case! Gente, sério mesmo, é muito amor e carinho envolvidos! Sigam! :) 

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6- Camila Rech (@rechcamila)

Agora vamos falar de meninices e de beldades gaúchas, minha gente!!! ahahahah. A Cami Rech também produz um dos meus feeds favoritos de todo o Instagram (olha que moral hein, miga?!). Ela é muuuito descolada, inteligente e divertida, e a melhor parte é essa habilidade que ela tem de reunir tudo isso e, voilá, nasce seu estilo único! Eu curto muito a moda streetstyle (aquela mais despojada), e toda vez que quero ver algo diferente nessa categoria, procuro o perfil dessa moça. Sempre tem combinações legais pro dia-a-dia, tudo muito confortável e moderno ao mesmo tempo! O blog dela se chama Meninices da Vida e é igualmente sensacional! 

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7- Blog Las Belas (@bloglasbelas)

O Blog Las Belas é queridinho do meu coração, e a dona dele - além de uma grande querida e parceira - é minha xará de iniciais (se é que isso existe mesmo) - Lulu Santaela!!! (na verdade é Luiza mesmo, só quis fazer charme). Sabe aquela energia boa que sentimentos ao ler alguma coisa ou ver alguma foto? É assim que me sinto com cada post desse perfil. A Luíza fala sobre moda, viagens e lifestyle, assim como vários outros perfis, mas ela tem um diferencial que eu gosto muito: observar a beleza na simplicidade das coisas. Qualquer objeto que ela fotografa, desde um sapato da Shultz (ela adora que eu sei) até uma tampa de caneta, sai linda, porque a visão de vida dela é linda também. Amo muito! :)

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8- Marieli - Compra-se um fusca (@m_marieli)

Voltando às beldades gaúchas, encontramos mais uma miga mega queridona: a Marieli do blog Compra-se um Fusca! Eu lembro que comecei a acompanhar quando encontrei um post maravilhoso que ela tinha escrito sobre a faculdade de Moda (ela faz faculdade de Moda!!!), e depois de ter amado o resto do blog, passei a segui-la em todas as redes sociais. Ela também é bem clean nas edições de suas fotos, mas tratando-se de seu estilo: é o que eu mais me identifico dentre todos esses feeds que citei. Mari tem bastante influência do boho chic e do streetstyle, então ela é uma mistura de despojada com delicada. Além dos looks arrasadores, ela também posta bastante conteúdo de decoração viu, gente? E tudo "faça você mesmo", olha que maravilha! Tenho várias dicas anotadas aqui, só falta criatividade mesmo :) 

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9- Todo Dia Um Print - Anna Caldas (@tododiaumprint)

Todo Dia Um Print é all about estampas! ahahahah. Sei que já falei isso nas ultimas indicações, mas é um dos meus favoritos da vida mesmo. Na verdade, todos são meus favoritos, por motivos diferentes. A Anna é apaixonada por estampas, então cada foto que compartilha é uma conexão dos mixs de estampas que compõe seus looks, junto ao cenário. Ambos costumam ser bem coloridos, e isso transmite uma energia forte demais pra quem acompanha. Ah, e o mais legal é que ela está sempre viajando pra lugares sensacionais e mostrando tudo pra gente com muito amor! Já falei pra ela criar um blog e tô só esperando... Para todos os efeitos: SIGAM!!!! 

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10- Luísa Dal Mas (@luisadalmas)

Mais uma Lulu mega xará, querida e parceira!!! Essa eu também conheci do nada e já me identifiquei logo de cara. Ela tem o mesmo gosto literário que eu e adora tardes em cafés legais, folheando revistas de moda. A Luísa Dal Mas escreve pro blog Um Pouco de Pó Mágico e se mudou de Porto Alegre pra São Paulo recentemente (miga, quando é que a gente vai tomar um café mesmo?!). Adoro seu estilo meio anos 90, e seus posts sempre são carregados de criatividade e originalidade. Sigam e ganhem meio quilo de pó mágico grátis! :) 

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Eu espero que vocês tenham gostado bastante dessas dicas, hein! Reafirmando: eu fui beeem seleto, o que significa que cada feed que listei merece estar aqui! Já que passamos tanto tempo mexendo no celular, vamos acompanhar pessoas que criam conteúdos incríveis e nos inspirarmos com suas mensagens :) 

Beijos!